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sexta-feira, 30 de junho de 2017

Xudeos Polacos vistem-se de Nazis em Varsovia

A comunidade internacional em shock, assiste horrorizada a um gortesco espectaculo: As e os descendentes dos xudeus polacos que sobrevivirom a purga dos nazis na segunda guerra mundial vistem-se dos nazis que escravizaram os seus antepasados em umha especie de festa ou pseudo-recriaçom histórica na que A MAIORÍA ERAN OS NAZIS CULTOS que traim a cultura e a luz a umha Varsovia de Xudeus farapentos e piolhos caracterizados coma sucios, incultos e vestindo-se com sacos de patacas.
Se ainda todo isto nom chegase esta tolería é financiada polo proprio cocncelho de Varsovia.
Umha auténtica tolería ¿verdade?  Vaiam a Lugo durante o “Arde Lucus” e substituam os Xudeus por Galegos e os Nazis invasores polos Romanos Invasores.

Arde Lucus??? ARDE VARSOVIA diriamos desde o Desmontando a Roma...
...quem esquece o seu passado perde a sua identidade!!!


quarta-feira, 12 de abril de 2017

A semana Santa galega foi um invento da Ditadura Franquista

Ainda sendo o blogue Laico, Anticlerical, AntiAbrahamico e Agnóstico NOM queremos desde Desmontando a Roma atacar ou ofender @s milheiros de crentes cristians que na Galiza e resto de Europa e mundo existem. NOM.
Aclarado isto analizaremos coma a “suposta devoçom” actual da semana santa é um invento introduzido na Galiza polo Franquismo para equiparar-se a Andaluzia que apenas chega a 70 anos de “suposta tradiçom”.

“Nom há pior Cristiano que o converso” 

A “Hispano-Andalusí” por chama-la de algum jeito que englobe esta manifestaçom religiosa cristiana de “Passos e Capuchões” tem origem nos Reinos de Castela e Toledo e posteriormente no resto do Al-Andalus aló polo sec XV/XVI polos conversos do Islam o Cristianismo; que tinham que demostrar a sua fe em público para ser aceitados na comunidade social da época que loitaba por expulsalos.
Assim deste jeito nascem tamem os Capuchões ou penitentes, que eram em essencia gentes de origem NorteAfricano os que a igreja obrigaba a tapar a sua cara para nom ser reconhescidos como tales e fazer penitencia portando as imagens da cristiandade para redimir-se dos seus pecados por adorar a outro deus.

Imagem da Ditadura do Nacional-Catolicismo Espanhol
Na Galiza todo começou muitos séculos após e por motivos moito distintos e alheios, cando um medico MILITAR compostelám afincado em Ferrol (Javier Casares Bescansa) viaxa em 1940 a SEVILLA . Javier acada que lhe abram as portas das cofraria hispalenses e copia a iconografia e simbologia das processões e introduze as mesmas no que por aqueles tempos deu em chamar-se “Ferrol DEL CAUDILLO”  mentras o capitalismo da hostalaría aplaudia por ver medrar os seus ingresos.
Outras cidades e vilas do pais nom tardam em tratar de imitar em plena efervescencia da Dictadura Franquista a cidade natal do Caudilho do Nacional-Catolicismo...
...e pronto! “habemus semana santa na Galiza”!!!

Estamos falando de que a actual semana santa de pasos e capuchões ao estilo Ku Klux Klan que nos estam vendendo coma “tradicionalirrrma” “Fiesta de interes turistico Espanhol” tem apenas 20 anos mais que a Romaría Vikinga de Catoira (1963)
Com isto nom queremos afimar que na Galiza nom se celebra-se a semana santa ate 1940 ou que nom existiram “cofrarias arredor de um santo” NOM. Nom sejamos paifocos e caiamos em conclusões trapalheiras.
Existiram cofrarias arredor de um santo mais com outras iconografías e outros motivos, e sobre todo em outras datas. Tampouco se pode negar a existencia de umha Pascoa (que nom Semana Santa) de Viveiro (sendo a unica q tem tradiçom historica de toda Galiza,; e mesmo mais antiga que as Hispano-Andalusies) embora a mesma e as suas formas, jeitos e conteudos forom sustituidos durante a Ditadura de Franco.
Na Galiza celebrou-se a Semana Santa; mais de outro jeito moito distinto (Pascoa) e nom baixo isse intento de copia, umha vez mais, de formas ou contextos mediterrâneos.
Tinhamos e ainda temos jeitos próprios dentro do mundo cristiano coma por exemplo abendiçoar auga e os ramos de carvalho ou loureiro...

Se cadra sería mais beneficioso para tod@s gastar isses esforços tanto económicos como pessoais em recuperar as danzas brancas que se celebram em distintas datas do calendário e lugares do pais de nosso tales como Betanços, Güin (Bande), Alhariz, Redondela... ou sacar as Serpes, Cocas, Tarascas e Tareas... no canto de teimar em imitar e copiar a Semana Santa Hispano-Andalusí. ¿Para que copias perralheiras? ¿Cal é o motivo? temos umha riquíssima e antiga tradiçom Galaica que tem raigame em cultos pre-cristians e pré-romanos, das cales o cristianismo rematou por apropropiarse como cultos a virgem. ¿Que intençom e interesses há detrás?

Nom há necessidade de fomentar e financiar as religiões cando temos terríveis carências nos âmbitos científicos, educativos e sanitários.
E sobre todo nom há necessidade de copiar ou imitar a outros cando sendo nos mesm@s resultaria mais positivo e produtivo para o conjunto de Europa e o Mundo.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Como mola Roma


Comparativa das representações
nos livros da escola

Sim meus, “la penhuki flipa com Roma” desde “la más tierna infancia” quando conheceram a grandiosidade do “Grandioso e Grande Imperio Romano” a través dos pouco “politizados” livros de texto onde a necessidade de salvar o exame do temário fai-nos aceitar inequivocamente que “Roma mola” por “levar a luz a Europa selvagem e bárbara, que por aquel entonces ainda estava a sair das cavernas”; outros mais desafortunados conheceram a Roma através dos peplum.
Vem a ser um facto vergonhento para qualquer mortal nom saber quem era Minerva, Apolo ou Baco e as suas atribuições; mais é completamente admissível desconhecer a Cernunnos, Camulos ou Belenos; e para a grande maioria Lugo,Navia,Bande ou Camelhe venhem a ser simples “nomes de sítios” ... ¿e sabedes por que? Pois evidentemente porque “Roma mola moito, tio”
Mais, quais som os fatores para que “mole” tanto entre a “penhuki”?

1-Levavam roupa molona:
Mola muitíssimo mais a roupa romana; mazo currada, que os sacos de patacas q levavam os “aborígenes”. Claro sintoma de que já por aqueles tempos eram grandes desenhadores; mais o facto de que a Túnica seja em origem grega e a Toga etrusca é um dato “apenas relevante”.

Um ejemplo das 4 pedras...
Sam Cibrão de Lás; perto de Ourense

2- Tinham “megaconstrucções” coma as da tele:
Esquecendo o dato de que as “megacontrucções” romanas estiveram feitas a base de mão de obra escrava, resulta “pecado mortal” nom conhecer o famoso engenho do “arco romano” que é o símbolo central da arquitetura de estes “homem-deus” chamados romanos; mais também desconhece-se que este arco nasceu em Mesopotâmia, sendo usando no Val do Indo, Egipto, Assíria, Etrúria e levado a Roma tempo depois polos Etruscos; mais estes datos semelham ter de novo pouca importância.. “Pero molaban mucho más que las 4 piedras de os paletos de aquí, los de aquí no hicieron esclavos es culpa suya” 
3-Tinham “gente que hacia cosas” (sociedade estructurada)
Estavam os patrícios, e por outra banda a plebe, os escravos, clientes (refugiados pobres que iam a luita se o patrício assim o queria) e os libertos (sem direitos). “Todos sabemos que os bárbaros apenas se adicabam a pinar com cabras; e entre cabuxa e cabuxa guerreavam entre eles…”


4-Eram “supercultos”:
As “culturas superiores” e o seu nivel cultural...
¿qual foi mais terrivel?
O que mais nos mola da sua “cultura superior” (isto sona-me moito, mais nom me lembro a que) era o Coliseum onde os “simpáticos romanos” iam a ver coma pessoas se matavam entre elas para conservar a sua própria vida, ou eram devoradas por leões e outras feras; “Todo um espetáculo senhores”.

5-Forom a “primeira ONG de Europa”:
Resulta que um bo dia; ocorreuse-lhes levar a “luz de Roma” por toda Europa e parte de África Mais a cambio de trazer “a sua cultura” pediram “em troques” “um par de cousinhas”, mais que nada para nom ir de baleiro o voltar a casa:
-O controlo total sobre os recursos dos povos os que “visitavam” e a sua explotaçóm em beneficio de Roma.
-Disponher da povoaçóm o seu gosto, incluindo os nenos, para satisfazer as suas necessidades (mão de obra gratuita, escravitude sexual, sacrifícios humanos, comida para os leões do Coliseum ou dando a sua vida para o divertimento da capital.


6-Regalabam cousinhas alá por onde passavam:


Campamento Militar Romano e Pantano Franquista
Duas obras do colonialismo co-habitando no mesmo lugar
 
Igual que o alcalde do meu “pueblo” fixerom moito por nós; e temos que estar agradecidos; no casso da Gallaecia por exemplo deixarom moitas cousas como:
-Campamentos militares
-Postos militares
-Postos militares avançados
-Perfurações em montes para extrair ouro
-Minas a céu aberto para extrair ouro
-Mais cousinhas para extrair ouro
-Umha rede viária para levar-se o as riquezas entre elas o Ouro, facilitar o passo de escravos para leva-los a capital “de torismo” ou para leva-los a extrair ouro, e como nom para facilitar o passo das tropas militares Romanas.
-E também mais campamentos militares.  

7- Fundarom cidades “de-la-na-da, neno”
Dous claros exemplos som Braga e Astorga, lugares que, hoje em dia, sem a sua presencia, nom seriam “na-da”, e que graças a eles “erguem-se como alumentes fachões símbolo do progresso e dos grandes avances da humanidade” case, case codeándose com outras grandes urbes coma París, Londres, Amsterdam, Sydnei, Stuttgart, Detroit, ou Tokyo. Assim é amigos meus, chegarom os Romanos a Lugo e dixerom:
Reproducçóm exacta da situaçóm no seu contexto histórico segundo os hitoriadores espanhois...
“Aquí mesmo sobre este bosque sagrado do deus Lugo; em clara mostra de boa vontade e harmonia cos galegos, ergueredes um grande centro amuralhado de controlo estratégico e militar para que os que já estades escravizados nom sejades víctimas do terrorífico tédio; para que entre todos podamos fazer que as vossas riquezas vaiam a Roma para lucirse melhor dum jeito mais ágil e coordenado; e para que todos os nenos e nenas e as suas mamás também, tenham a possibilidade de ir de turisteo a Roma a conhecer as caminhas brandinhas e outras ruas da gloriosa Roma; e os vossos papás e irmãos, assim que rematem ca muralha, levaremolos por todo império para que poidam seguir com esse oficio tam bonito que é a minería, e os que assim o demostrem poderam incluso passar um fabuloso dia no Coliseum dando-lhe de comer os animalitos e jogando entre eles co gladius na areia!!!”
e os galegos respostarom com alegría:
-“Bem! Viva! COMO MOLA ROMA!!!”
E desde aquelas ate hoje...