sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Desaparece a ultima cabana teitada do Valadouro

Galiza vem de perder outra parte mais da sua cultura. A Cultura arquitectónica galega vai-se extinguindo mentras os novos jeitos construtivos chegados do estranxeiro avançam.
No meio de ista guerra, que sem dubida os galegos imos perdendendo, a tipología construtiva com teito vegetal é a mais perjudicada. Ainda pagando impostos e mantendo sobre o nosso lombo Concelhos, Deputações, Xunta, Estado Espanhol e Unióm Europeia ninguem foi quem de prestar-lhe atençom a este tipo de arquitectura que vem sendo; ou melhor dito foi outro fermosso icono do pouco indigenismo conservado ainda... (clique aqui para ler o artigo completo)

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Chamamento #LANDRA chega a Youtube de mãos do "Porquins" ou melhor dito de "pezunhos"

A canle de You Tube Televejo da Galiza lanza o primeiro video do "Porquins Show" mais nom com vontade de fazer rir a pequenos e maiores, se nom, de concienciar a povoaçom galega e agir arredor do chamamento #LANDRA.
O chamamento #LANDRA é umha petiçom para que voluntari@s se acheguem os montes calcinados e guindem landras recolhidas previamente na carvalheira mais proxima o incendio (ISTO É DE VITAL IMPORTANCIA PARA NOM ALTERAR A VARIEDADE BOTÁNICA DA ZONA) sem pissar o terreo ca finalidade de que agromen pequenos carvalhos este mesmo ano que fixem o terreo e recuperem o mesmo.
Desfrutade do video:

sexta-feira, 30 de junho de 2017

Xudeos Polacos vistem-se de Nazis em Varsovia

A comunidade internacional em shock, assiste horrorizada a um gortesco espectaculo: As e os descendentes dos xudeus polacos que sobrevivirom a purga dos nazis na segunda guerra mundial vistem-se dos nazis que escravizaram os seus antepasados em umha especie de festa ou pseudo-recriaçom histórica na que A MAIORÍA ERAN OS NAZIS CULTOS que traim a cultura e a luz a umha Varsovia de Xudeus farapentos e piolhos caracterizados coma sucios, incultos e vestindo-se com sacos de patacas.
Se ainda todo isto nom chegase esta tolería é financiada polo proprio cocncelho de Varsovia.
Umha auténtica tolería ¿verdade?  Vaiam a Lugo durante o “Arde Lucus” e substituam os Xudeus por Galegos e os Nazis invasores polos Romanos Invasores.

Arde Lucus??? ARDE VARSOVIA diriamos desde o Desmontando a Roma...
...quem esquece o seu passado perde a sua identidade!!!


sábado, 20 de maio de 2017

Teitos vegetais no limite de Valdeorras e Courel

A historia de um pais muda dependendo de moitas cousas e como nom pode ser de outro jeito a historia dos seus habitantes e mais ainda das vivendas e outras edificações dos mesmos.
Embora em comarcas coma Valdeorras ou Courel semelha mais lógico que os jeitos de fazer as cubertas de edifícios permaneçam inalteráveis devido as louseiras de todo o territorio.
(Se seseja ler o artigo completo pulse aqui)

quarta-feira, 12 de abril de 2017

A semana Santa galega foi um invento da Ditadura Franquista

Ainda sendo o blogue Laico, Anticlerical, AntiAbrahamico e Agnóstico NOM queremos desde Desmontando a Roma atacar ou ofender @s milheiros de crentes cristians que na Galiza e resto de Europa e mundo existem. NOM.
Aclarado isto analizaremos coma a “suposta devoçom” actual da semana santa é um invento introduzido na Galiza polo Franquismo para equiparar-se a Andaluzia que apenas chega a 70 anos de “suposta tradiçom”.

“Nom há pior Cristiano que o converso” 

A “Hispano-Andalusí” por chama-la de algum jeito que englobe esta manifestaçom religiosa cristiana de “Passos e Capuchões” tem origem nos Reinos de Castela e Toledo e posteriormente no resto do Al-Andalus aló polo sec XV/XVI polos conversos do Islam o Cristianismo; que tinham que demostrar a sua fe em público para ser aceitados na comunidade social da época que loitaba por expulsalos.
Assim deste jeito nascem tamem os Capuchões ou penitentes, que eram em essencia gentes de origem NorteAfricano os que a igreja obrigaba a tapar a sua cara para nom ser reconhescidos como tales e fazer penitencia portando as imagens da cristiandade para redimir-se dos seus pecados por adorar a outro deus.

Imagem da Ditadura do Nacional-Catolicismo Espanhol
Na Galiza todo começou muitos séculos após e por motivos moito distintos e alheios, cando um medico MILITAR compostelám afincado em Ferrol (Javier Casares Bescansa) viaxa em 1940 a SEVILLA . Javier acada que lhe abram as portas das cofraria hispalenses e copia a iconografia e simbologia das processões e introduze as mesmas no que por aqueles tempos deu em chamar-se “Ferrol DEL CAUDILLO”  mentras o capitalismo da hostalaría aplaudia por ver medrar os seus ingresos.
Outras cidades e vilas do pais nom tardam em tratar de imitar em plena efervescencia da Dictadura Franquista a cidade natal do Caudilho do Nacional-Catolicismo...
...e pronto! “habemus semana santa na Galiza”!!!

Estamos falando de que a actual semana santa de pasos e capuchões ao estilo Ku Klux Klan que nos estam vendendo coma “tradicionalirrrma” “Fiesta de interes turistico Espanhol” tem apenas 20 anos mais que a Romaría Vikinga de Catoira (1963)
Com isto nom queremos afimar que na Galiza nom se celebra-se a semana santa ate 1940 ou que nom existiram “cofrarias arredor de um santo” NOM. Nom sejamos paifocos e caiamos em conclusões trapalheiras.
Existiram cofrarias arredor de um santo mais com outras iconografías e outros motivos, e sobre todo em outras datas. Tampouco se pode negar a existencia de umha Pascoa (que nom Semana Santa) de Viveiro (sendo a unica q tem tradiçom historica de toda Galiza,; e mesmo mais antiga que as Hispano-Andalusies) embora a mesma e as suas formas, jeitos e conteudos forom sustituidos durante a Ditadura de Franco.
Na Galiza celebrou-se a Semana Santa; mais de outro jeito moito distinto (Pascoa) e nom baixo isse intento de copia, umha vez mais, de formas ou contextos mediterrâneos.
Tinhamos e ainda temos jeitos próprios dentro do mundo cristiano coma por exemplo abendiçoar auga e os ramos de carvalho ou loureiro...

Se cadra sería mais beneficioso para tod@s gastar isses esforços tanto económicos como pessoais em recuperar as danzas brancas que se celebram em distintas datas do calendário e lugares do pais de nosso tales como Betanços, Güin (Bande), Alhariz, Redondela... ou sacar as Serpes, Cocas, Tarascas e Tareas... no canto de teimar em imitar e copiar a Semana Santa Hispano-Andalusí. ¿Para que copias perralheiras? ¿Cal é o motivo? temos umha riquíssima e antiga tradiçom Galaica que tem raigame em cultos pre-cristians e pré-romanos, das cales o cristianismo rematou por apropropiarse como cultos a virgem. ¿Que intençom e interesses há detrás?

Nom há necessidade de fomentar e financiar as religiões cando temos terríveis carências nos âmbitos científicos, educativos e sanitários.
E sobre todo nom há necessidade de copiar ou imitar a outros cando sendo nos mesm@s resultaria mais positivo e produtivo para o conjunto de Europa e o Mundo.

domingo, 20 de novembro de 2016

Deixam cair as palhoças para borrar a cultura celta

Sim amigos, nom é que na nova etapa que hoje abre Piornedo Ceive começaramos a tolear com posiveis conspiranoias de como o mundo cultural mediterrâneo usa todos os seus medios para borrar o Mundo da Cultura Atlântica; nom. "Deixam cair as palhoças para borrar a cultura celta" issas foram as palavras de umha vecinha de Ancares de uns 85 anos.
(Se seseja ler o artigo completo pulse aqui)

terça-feira, 28 de abril de 2015

Jornal “La Region” califica Refraneiro Galego coma “Frases de Abuelo”

Nom há espectáculo mais terrivel ca ignorância em acçom. 
Johann W. Goethe (1749-1832) Poeta e dramaturgo alema

Tal e como ledes amigos; nom estamos ante o clássico casso de erro ou “trapalhada verbal” diante dos micros; estamos ante um titular de prensa, pensado, meditado, escrito e repassado para a sua publicaçom posterior.


    Com um “Las Mejores frases de los Abuelos Gallegos” (debe ser que as avoas do nosso pais tenhem outras ou nom tenhem) qualifica o Jornal ourensan “La Region” refrans e expressões coma 'Polo pam baila o cam', 'Marcho que tenho que marchar', 'Outra vaca no milho' , fazendo coma nom pode ser doutro jeito em iste medíocre jornal umha mistura entre Galego e Castellano de medo dando toda umha “aula magistral” do que querem dizer os retrousos galegos “em perfecto castellano”... e como aguardava o porco que nom reparássemos no porco o Desmontando a Roma decidiu erguer o escarnio..
 
   O Refraneiro Galego tem que chamar-se polo seu nome; e ademais; como parte inseparável da língua galega, e coma obra cultural do conjunto do povo galego, deveria tratar-se co respeito que merece, já que dizer “son cousas de velhos” pode resultar descalificativo para a nossa língua e mesmo para os Galegofalantes... e mais ainda cando o Galego está em pleno retrocesso sobre todo entre o sector da mocidade. ¿Acasso a gente nova que fala o galego nom ussa istas expressões?

 
   E coma umha mosca nom fai vrão quixerom rematar de cagala bem cagada e classificaram um artigo relacionado ca língua galega, “olho piolho”, coma “costumbrismo”... ¿que constumbrismo nem que cona bendita? ¿acasso tentam ocultar que o normal de um galego é falar galego no canto de castellano?¿pode ser que escrevendo costumbrismo tentem ocultur ou diluir a realidade nacional galega amordaçada pelo espanholismo?
 
   A verdade é que um já nom sabe se se trata de algum tipo de manobra orquestrada polo colonialismo espanhol para desarraigar a lingua galega e as suas formas e cores mais senlheiras ou é simplesmente produto de umha terrível ignorância.

   Seja o que seja nom deixes de mostrar o teu desacordo o dito jornal por semelhante artigo:
http://www.laregion.es/articulo/tendencias/mejores-frases-abuelos-gallegos/20150119181453517318.html